terça-feira, 3 de março de 2015

Agressividade

a agressividade faz parte da vida psiquica, porem em excesso e nao controlada pode trazer prejuizos
A agressividade faz parte da constituição da vida psíquica de todo indivíduo e necessária para a autoconservação, porque está intimamente ligada à ação que possibilita ao ser humano o posicionamento em determinada circunstância. Porém, quando ela é excessiva e não controlada pode ser destrutiva causando problemas nas relações pessoais e profissionais.

Frente às dificuldades em lidar com suas emoções, medos, e angústias, algumas pessoas acabam apresentando comportamentos agressivos e violentos como forma de resposta para seus sentimentos. 

A agressividade é um impulso que pode ser projetado ao outro ou direcionado ao próprio indivíduo (autoagressão) através de comportamentos violentos. Ela pode estar relacionada com o pensamento, imaginação ou de ação verbal e não verbal. Ao contrário do que se pensa, a agressividade pode manifestar-se de outras formas além da verbal ou do comportamento, seja através da ironia ou até pela omissão de ajuda.

Algumas pessoas podem apresentar episódios de agressividade (comportamentos violentos) recorrente, pois não conseguem controlar seus impulsos e adotam tal comportamento como resposta de suas emoções e sentimentos, causando medo, raiva e posteriormente a culpa.

Diante do sofrimento que tanto o indivíduo pode sofrer ou o sofrimento que pode causar no outro, a psicoterapia pode ser um alicerce ao sujeito a compreender seu comportamento agressivo, ampliando sua consciência e assim, a possível modificação da sua forma de lidar com seus impulsos e sentimentos. 

*O texto é apenas informativo e não substitui o atendimento psicoterápico oferecido pelo psicólogo. Para maiores informações, acesse: www.saopaulopsicologia.com.br



terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

A dependência da dor: Dependência Química

   Em consequência da ruptura da família, do individualismo crescente e a competição feroz em uma sociedade em contínua transformação, o ser humano é empurrado para uma crise existencial cada vez mais frequente em função da solidão. As contínuas mudanças na sociedade moderna alteram o nível de angústia, ampliadas pela insegurança e solidão do indivíduo. 

O aumento dos casos de depressão, vazio, tédio e solidão são também frutos de um consumo capitalista que promete preencher o vazio do sujeito e satisfazê-lo.
Diante de tal sofrimento particular e individual, aprendemos a procurar formas e objetos de prazer como um escape para os sentimentos de falta. Em diversas situações, a droga é utilizada como um objeto de prazer que promove a possibilidade de escape da falta e da angústia. Mas devido ao uso contínuo, a droga passa de objeto de prazer para apenas o objeto de necessidade que te convoca a ser saciado cada vez mais.  

Freud (1930/1986), ao discutir sobre os vícios em geral, informa que é impossível enfrentar a realidade o tempo todo sem um mecanismo de fuga, seja através da fantasia e embriaguez. No caso do uso abusivo de drogas, o sujeito não consegue lidar com o que lhe rodeia e de alguma forma procura mecanismos que o façam se desprender do que lhe angustia causando tolerância à droga, e consequentemente sua dependência.

 Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a dependência química é definida por “um padrão de uso de substâncias psicotrópicas que está causando danos à saúde”. (OMS, 1993)

De acordo com o CID 10, alguns critérios são necessários para a identificação da dependência química, como:

- a compulsão para o consumo, no qual o sujeito apresenta um desejo incontrolável de consumir a droga
- aumento da tolerância: o sujeito necessita cada vez mais de doses crescentes de uma determinada substância para alcançar os efeitos originalmente obtidos com doses mais baixas. 
- síndrome de abstinência: quando o consumo de substâncias psicotrópicas cessa ou é reduzido, ocorre o surgimento de sinais e sintomas de intensidade variável e dolorosa. 
- para aliviar ou evitar a abstinência ocorre o aumento do consumo.
- o consumo da substância torna-se prioridade. 
- estreitamento ou empobrecimento do repertório.
- persistência no uso da substância.

A droga faz com que a pessoa evite o desprazer e se torna imprescindível para o alivio do mal estar. 

Os métodos de tratamento para a dependência química abrangem diversas intervenções, como a psicoterapia, intervenções medicamentosas, aconselhamento individual e familiar, entre outras propostas de tratamento. É importante ressaltar, que o tratamento realizado por uma equipe multidisciplinar pode trazer uma nova possibilidade de ressignificação para a vida do paciente, considerando sua história e singularidade.
A psicoterapia pode ser fundamental para a recuperação do dependente químico, pois o profissional pode auxiliar o sujeito a lidar com o seu sofrimento emocional, e propiciar ao paciente apoio, fortalecimento de seus recursos, o espaço de reflexão sobre si mesmo e desvendar novas possibilidades e caminhos para suas dificuldades. 

A droga se apresenta como um sintoma de outras questões sociais, e o trabalho de analise é um caminho longo e tortuoso não se tratando apenas de eliminar o sintoma, e sim de se reordenar dentro ele.   


*O texto é apenas informativo e não substitui o atendimento psicoterápico oferecido pelo psicólogo. 

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Psicoterapia individual para idosos: Agende sua consulta!

a psicoterapia pode auxiliar o paciente a aceitar as transformacoes
   Assim como todas as fases da vida, o idoso passa por transformações físicas, psicológicas e sociais, necessitando de cuidados especiais.

A psicoterapia pode auxiliar o paciente a aceitar tais transformações como um processo natural do desenvolvimento humano, proporcionando melhora na autoestima, o entendimento do envelhecimento e consequentemente a melhora de sua qualidade de vida.

A depressão é uma das principais doenças na população da terceira idade decorridas das mudanças sofridas pelo indivíduo e de difícil diagnóstico, uma vez que de modo geral, a população encara como um fato normal à velhice.

A psicoterapia é um forte aliado ao idoso, pois o mesmo pode apresentar angústia frente à transformação familiar, medo e sofrimento pela transformação de sua memória, angústia e ansiedade frente ao envelhecimento e à morte, luto, medo das mudanças de papéis e perdas, entre outros. O espaço terapêutico pode ajudar o paciente a trabalhar suas questões pessoais e encontrar uma melhor forma de lidar com as mudanças atuais.

Os familiares também podem buscar a psicoterapia para trabalhar suas questões pessoais, e encontrar uma forma de lidar com as transformações e mudanças na vida de seu familiar idoso.


Duração da consulta: 45 a 50 minutos.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Psicoterapia Individual para Adolescentes: Agende sua consulta.

a adolescencia e uma fase de descobertas e transformacoes. a psicoterapia pode auxiliar o adolescente nesta fase
   A adolescência é uma fase de descobertas, transformações emocionais, físicas e sociais. É marcada por características particulares da própria fase e caracterizada por uma serie de sintomatologias como a busca de si mesmo e da identidade, a tendência grupal, necessidade de fantasiar, crises religiosas, atitude social reivindicatória com tendência antissocial, contradição sucessiva, e constantes flutuações de humor e do estado de ânimo. É uma fase onde o jovem começa a vivenciar um processo de independência e cristalização de sua identidade, modificando sua imagem corporal, a separação simbiótica com os pais e o estabelecimento de suas próprias normas e conquistas.

É o momento em que o adolescente passa por lutos e fragilidades, pois o mesmo tende a buscar autonomia, liberdade, prazer e status devido a quebra do vínculo familiar, e a necessidade de firmar vínculos sociais. Tais modificações, próprias desta fase, podem promover a angústia, dúvidas, ilusões, crises de identidade, questões relacionadas à sexualidade, oscilações de humor, agressividade, isolamento e aprendizados.

A psicoterapia nesta fase da vida é uma ótima experiência, pois compreende a subjetividade de cada um podendo ajudar o adolescente a compreender seus medos, angústias, incertezas, conflitos, e a reflexão de seu contexto familiar, social e subjetivo. A escolha da psicoterapia possibilita ao jovem um novo olhar sobre suas questões e a escolha de uma narrativa saudável. 

Os conflitos mais encontrados na psicoterapia ao adolescente são: agressividade, dependência química, gravidez precoce, fobia, TDAH, problemas de relacionamento, crises de identidade, isolamento, depressão, transtornos de ansiedade, compulsão, anorexia, bulimia, fobias, medo, entre outros. 


Duração da consulta: 45 a 50 minutos.


Para informações de valores e agendamento de consultas acesse: www.saopaulopsicologia.com.br ou envie um email para diana@saopaulopsicologia.com.br